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Noite de autografos do livro Treasures of Gay Art pubicado pelo Museu Leslie Lohman of Gay and Lesbian Art em Nova Iorque!

Escultura de Fernando Carpaneda é premiada em Seattle. O artista foi premiado durante o Seattle Erotic Art Festival 2016.

CARPANEDA

Fernando Carpaneda desenvolveu desde o início de sua criação artística uma tendência a mostrar sua erotização em particular com o corpo masculino. Parte do cotidiano de cada um de nós, a sexualidade oprimida, silenciada, em Carpaneda é explicitada e põe em diálogo aberto os universos interiores e exteriores. Artistas consagrados já trabalharam o tema de forma sutil ou mesmo exagerada. Michelangelo Buonarrotti, no teto da capela Sistina pintou um Cristo musculoso, homem desenvolvido, pintou um Deus grande dando vida a um homem também já adulto e esculpiu um Davi heroicamente másculo, como másculo também foi seu Escravo Moribundo. Caravaggio utilizou formas delicadas, atraentes e sedutoras no seu Baco. Passados alguns séculos Tom of Finland trouxe de forma mais explícita em sua arte a erotização mostrando homens camponeses, fazendeiros, lenhadores, trabalhadores da construção, policiais, marinheiros e outros, com corpos à mostra, nus ou seminus, e com enormes pênis. Mas uma aura de romantismo permeia seu trabalho, ainda que se mostre por vezes revestido de elementos do inconsciente proibido: o couro. Brad Rader em seus desenhos e o polonês ULF, com seus homens criados em computador, são absolutamente mais ousados e colocam à vista não só falos eretos mas ainda orgasmos efetivados e cenas instantâneas de desejo e violência. Estes artistas proclamaram uma elegia aos prazeres e aos corpos, em sua maioria, grandes e musculosos. Carpaneda, utilizando-se do seu campo material, mostra em sua arte homoerótica, homens comuns, das ruas, de suas experiências pessoais. Assim, emergem em suas esculturas, punks, mendigos e homens distantes modelos imaginados. Em suas telas, alguns se libertam de tijolos, em suas esculturas da fase expressionista eles se misturam uns aos outros e saltam do bidimensional e em suas esculturas mais contemporâneas, a assemblagem expõe diretamente seus personagens através de partes reais: pontas de cigarro usadas, pelos naturais, pedaços de roupa, de cabelo, saliva, sangue e até mesmo o esperma trazem às obras mais concretização e realismo em sua arte, não necessitando assim de simples idealizações pois o diálogo é em tempo real e fica estático, à mostra. Aqui o sexo tem cor, tem cheiro, tem textura e tem volume. Michelangelo está para Thomas Mann, Proust e Oscar Wilde, esteta convicto na literatura, assim como Carpaneda está para Pasolini, Jean Genet, Artaud, Masoch e mesmo Sade, o marquês. Fernando coloca em suas esculturas o sabor da vida que corre nas ruas quando as ruas dormem. É o doce da busca, da procura, do achado e o amargo e o dissabor da dor, do gozo em silêncio, do desejo casto castrado, do reprimido, quando propõe também um embate ferrenho do tesão versus a religião (leia-se aqui Charlie, um de seus bonecos de versão baseada em ícone católico brasileiro) . Fernando não se incomoda em mostrar aquilo que sente e o que pensa porque é aí que se encontra sua arte. Sua sexualidade não delimita espaços nem personagens. Roqueiros, padres, policiais, alternativos, taxistas, fashionistas, mendigos, viciados, garotos de programa, travestis, transexuais, transgêneros, magros ou gordos, lisos ou peludos, nus, seminus, com seus pênis eretos ou não, com seu orgasmo vindouro, iminente ou já deflagrado. Leia mais aqui:

NOVAS ESCULTURAS

Fernando Carpaneda é um dos artistas plásticos mais importantes da arte contemporânea de Brasília. Iniciou sua carreira aos 13 anos de idade, pintando paisagens ingênuas e retratos despretensiosos. Hoje, artista de carreira internacional, sua obra já alcançou grande prestígio e reconhecimento na Rússia, Espanha, Itália e EUA. Sua carreira em Brasília não foi fácil, em razão da forte influência do lado “marginal” da vida urbana em sua obra e de sua visão radical sobre temas político-sociais. Quando um renomado galerista sugeriu mudanças para que seu trabalho se adequasse melhor às demandas do mercado, Carpaneda rompeu com o convencionalismo das galerias de arte e partiu para uma jornada artística mais pessoal. Passou a expor em bares e espaços abertos, muitas vezes os próprios cenários que lhe serviam de inspiração. Alguns dos novos apreciadores de sua arte se tornaram estrelas do rock nacional, entre eles Renato Russo. Com criatividade ácida e o uso inusitado de materiais nada convencionais (muitas vezes oriundos de descarte), Carpaneda consegue finalmente impor sua arte tirada das ruas após receber convite para participar de exposição coletiva na galeria do famoso clube CBGB, em Nova Iorque. O local, frequentado por famosos como David Bowie, Robert Mapplethorpe, os integrantes do The Police, Arturo Vega (produtor dos Ramones), Patti Smith e Madonna, abriu as portas para que Carpaneda entrasse definitivamente no circuito internacional de arte. Foi um dos primeiros artistas plásticos brasileiros a divulgar e expor sistematicamente trabalhos de temática homoerótica e underground. Retratados em esculturas de argila, Carpaneda os desnuda em tudo o que possuem de sagrado e de profano. Seu engajamento voraz na causa da diversidade o levou a expor no The Leslie Lohman Museum de Nova Iorque, na Tom of Finland em Los Angeles e no Stax Museum em Memphis. Em pouco tempo viu suas obras integrar acervos de galerias e museus em vários países. A arte ao mesmo tempo sacra e profana de Fernando Carpaneda já figura no panteão do livro Treasures of Gay Art, ao lado de Andy Warhol, Robert Mapplethorpe, Keith Haring, Jean Cocteau e muitos outros. Em 2000, o artista produziu esculturas retratando cenas de sexo explícito, pop-stars e garotos de programa. Onze anos depois, cria a polêmica instalação de esculturas intitulada Bolsonaro’s Sex Party, que se torna uma de suas obras mais famosas.

Fernando Carpaneda "Punk" "Homoerotic Art" "Contemporary Art" "Gay" "Erotic" "lowbrow art

Livro de 180 páginas que reúne, desenhos, fotografias, esculturas e pinturas. Obras selecionadas pelo renomado curador Peter Weiermair. Entre os artitas que fazem parte do livro “TREASURES OF GAY ART” estão: Andy Warhol, Robert Mapplethorpe, Keith Haring, Tom Of Finland, Jean Cocteau, Neel Bate, Wilhelm Von Gloeden, Fernando Carpaneda, entre outros.A qualidade do layout e design é de primeira classe, bem como a apresentação do livro que marca como um importante complemento para os catálogos de movimentos artísticos.  Publicado pela All Saints Press, Áustria 2008.​. Published on Mar 11, 2009 by FREAK CHIC.COM. Video by Gazelle. 

    Carpaneda foi entrevistado ao vivo pelo programa Talking About da Televisão Pública do Queens em NY!

 Últimas Notícias 

   Obra de Carpaneda é destaque em materia da TV ABC sobre exposição no Museu da Soul Music Americana!

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Foto de Fernando Carpaneda tirando fotos do CBGB em 2005, publicada na Revista Rolling Stone!

"Ame toda a criação de Deus".Acrilica Sobre Tela, 20x25cm, Ano 2017. 

Free counters!

Gallery Representation

Fernando Carpaneda iniciou sua carreira aos 13 anos de idade, pintando paisagens ingênuas e retratos despretensiosos. Hoje, artista de carreira internacional, sua obra já alcançou grande prestígio e reconhecimento na Rússia, Espanha, Itália e EUA.


Fernando coloca em suas esculturas o sabor da vida que corre nas ruas quando as ruas dormem. É o doce da busca, da procura, do achado e o amargo e o dissabor da dor, do gozo em silêncio, do desejo casto castrado, do reprimido, quando propõe também um embate ferrenho do tesão versus a religião (leia-se aqui Charlie, um de seus bonecos de versão baseada em ícone católico brasileiro) . Fernando não se incomoda em mostrar aquilo que sente e o que pensa porque é aí que se encontra sua arte. Sua sexualidade não delimita espaços nem personagens. Roqueiros, padres, policiais, alternativos, taxistas, fashionistas, mendigos, viciados, garotos de programa, travestis, transexuais, transgêneros, magros ou gordos, lisos ou peludos, nus, seminus, com seus pênis eretos ou não, com seu orgasmo vindouro, iminente ou já deflagrado. Qualquer homem pode ser encontrado e reconhecido em suas esculturas, pois todos fazem parte de seu cotidiano e do nosso, por mais que tentemos não ver.  Clique aqui para ler mais.

"KEN" Acrylic on Canvas, 20"x24", Year:2017

Cinco esculturas de Fernando Carpaneda foram publicadas no livro "Mein Schwules Auge 13". O livro foi feito na Alemanha e tem 320 páginas. Este é um livro fantástico que mostra a atual cena de arte homoerótica ao redor do mundo. O livro está sendo vendido em livrarias pela Europa e também no site do editor, bem como no site Amazon.de. http://www.konkursbuch.com/html/schwauge.html

"KEN"(Conhecimento, entendimento, percepção mental). Acrílica sobre tela, 50x60 cm. Ano: 2017.

Escultura de Fernando Carpaneda é premiada em Seattle. O artista foi premiado durante o Seattle Erotic Art Festival 2016. O artista plástico Fernando Carpaneda, nascido em Brasília e radicado nos Estados Unidos, teve uma escultura escolhida entre os três melhores trabalhos do Seattle Erotic Art Festival 2016.


Além disso, o artista foi convidado especial para expor vários de seus trabalhos na edição de 2017 do festival. A escultura premiada foi a The rebirth of punk: Reinterpretation of Michelangelo’s sculpture Dying slave (O renascimento do Punk: Reinterpretação da escultura de Michelangelo "Morrer Escravo"). A escultura, criada em 2015, foi composta por argila, cabelo humano e tinta acrílica.
https://www.seattleerotic.org/2016-visual-art-award-winners.


       O livro "O Melhor da Revista Punk Globe" foi ilustrado com obras de Fernando Carpaneda!

O Museu da Soul Music Americana inaugura a primeira exposição de arte contemporânea com obras inspiradas em músicas que compõem o catálogo da gravadora Stax. Essa é a primeira exposição de arte contemporânea realizada pelo do museu, em dez anos e reúne obras de 16 artistas plásticos, escolhidos especialmente para participarem da exposição. As obras foram inspiradas em músicas do catálogo da Stax e artistas como; Otis Redding, Isaac Hayes, Mable John e The Staple Singers. Artistas participantes: Aanisah Hinds, Adam Lowenbein, Beau McCall, Celestine Wilson-Hughes, Chompunutt Mayta, Fernando Carpaneda, Greg Frederick, Jeffrey Allen Price, Jonathan Hull, Joseph Cavalieri, Kimberly Mayhorn, Thomas “Detour” Evans, Willie Cole, and Memphis artists Brantley Ellzey, Frank D. Robinson, Jr., and Tobacco Brown.

Nova série de pinturas feitas com tinta acrílica sobre tela retratando a cena Hardcore de Nova Iorque e a nova geração Punk Rock da cidade. 

NOVAS PINTURAS 

   Esculturas de Fernando Carpaneda foram publicadas no livro "Mein Schwules Auge 13" na Alemanha!


Livro: O melhor da revista Punk Globe traz trabalhos de Fernando Carpaneda e entrevistas com artistas famosos como: Debbie Harry, Boy George, Joan Rivers, Joe Dallesandro, Andy Warhol, Jamie Oliver (UK Subs), Sid Vicious, Pauley Perrete, Nick Hawk, John Lydon, The Adicts, Glen Matlock, Randy Jones (The Village People) e varios outros. 

NUS MASCULINOS

Fernando Carpaneda foi convidado pela Televisão Pública do Queens (New York), para dar uma entrevista ao vivo em Rede Nacional e participar do Talk Show, Talking About que comemora 25 anos no ar.